[…] Entre quatro paredes, eu olho para os lados implorando por ajuda. As minhas costas sentem o frio do mármore, e de repente eu perco o chão. Eu continuo chamando por alguém, sem nem mesmo perceber. Eu grito cada vez mais alto, e a cada vez mais ninguém parece me escutar. Afinal, quem eu estou chamando? Em um último momento, meu cérebro parece voltar a funcionar, e eu escuto a minha própria voz chamando por você. Você, sempre você. Ana F.